Ciclo de estudos: a conquista e a colonização da América portuguesa. O caso de Sergipe del Rey.

December 24, 2017

Realizado nos dias 16 a 17 de dezembro de 2017

 

Nosso objetivo com esse ciclo de estudos foi:  compreender os interesses dos criadores de gado (Os Ávila), dos donos das fábricas de fazer açúcar do recôncavo baiano e das autoridades reais e baianas (século XVI ao XVIII) na conquista e colonização de Sergipe del Rey.

 Image 01 -  maquete da casa senhorial Garcia d´Àvila 

 Image 02 e 03- mesa redonda sobre o Recôncavo baiano e a cidade de Salvador no século XVI ao XVIII.

 imagem 04 - prof. dr. Antonio L Sousa - em palestra - nas margens da casa senhorial Garcia de Avila - Essa foto é do acervo de João Everton da Cruz - participante do evento.

 

Coordenação do Evento

 

Coordenador geral.

Antônio Lindvaldo Sousa (DOCENTE – GPCIR - DHI/ PROHIST)

 

 

Membros da coordenação do evento.

Josineide Luciano Almeida Santos

Stefany Graziella Silva Florêncio

Tatiane Oliveira Cunha

 

Palestras: 

Bárbara Barbosa dos Santos; Suelayne Oliveira Andrade; Aquilino José de Brito Neto; Márcio Gomes de Santana Matos; Josineide Luciano Almeida Santos.

 

 Introdução/justificativa.

 

Esse evento fez parte das atividades de extensão do GPCIR (Grupo de pesquisa Culturas, Identidade e Religiosidades), nas comemorações dos seus vinte anos, visando o participante compreender a história de Sergipe no tempo do Império português. Objetiva-se estabelecer uma correlação entre a história sergipana com a baiana e, ao mesmo tempo, identificar as mesmas como parte da história da América portuguesa.

Neste ciclo priorizamos visitar a casa senhorial Garcia d´Ávila na praia do forte, em São João da Mata, Bahia. Lá existe ruínas da casa-grande do Velho Garcia, poderoso latifundiário, curralista, interessado na expansão do Norte do Brasil (Norte da Bahia) como lugar de pastagens para a criação de gado. Foi nesse local que se empreendeu várias reuniões para a conquista violenta de Sergipe em 1590 onde dizimou inúmeros índios e, pouco logo depois, fundou-se São Cristóvão e se empreendeu o início da colonização brasileira na parte que passou a ser denominada de capitania de Sergipe del Rey.

Foi apresentado um painel (traços) dos interesses dos criadores de gado da Bahia e dos senhores de engenho do Recôncavo Baiano. Estes últimos também desejaram a ocupação do Norte do Brasil, Sergipe del Rey. O aprisionamento dos índios como mão de obra para se utilizar nos engenhos é um dos objetivos de seus interesses.

A ida a Salvador complementou este ciclo de estudos. O participante teve acesso ao centro histórico e as falas sobre a cidade de Salvador e o recôncavo baiano no século XVI (incluindo, necessariamente, mais informações sobre essa primeira capital brasileira). Os lugares visitados foram a cidade alta, na parte que hoje é a catedral de Salvador, a igreja de São Francisco,  pelourinho, lugares que  dialogam sobre o tema em questão.

IIntegrantes do evento:

 imagens do acervo do prof. dr. Antonio L Sousa

 

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